O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta milhões de pessoas no mundo todo. Ele compromete a memória, a linguagem, o raciocínio e, com o tempo, a autonomia do indivíduo. Embora ainda não exista uma cura, diversas estratégias têm sido estudadas para prevenir ou retardar o avanço da doença — e entre elas, o consumo de ômega-3 tem ganhado destaque.

Os ácidos graxos ômega-3, em especial o EPA (ácido eicosapentaenoico) e o DHA (ácido docosahexaenoico), são gorduras poli-insaturadas consideradas essenciais para o bom funcionamento do sistema nervoso. Presentes principalmente em peixes gordurosos e em alguns óleos vegetais, esses compostos desempenham um papel fundamental na manutenção da saúde cerebral, na integridade das membranas neuronais e na modulação de processos inflamatórios crônicos – aspectos cruciais na prevenção do declínio cognitivo e da doença de Alzheimer.

Fatores que podem aumentar o risco de Alzheimer

Idade avançada

Histórico familiar de Alzheimer

Condições como hipertensão, diabetes, obesidade e colesterol alto

Tabagismo e consumo excessivo de álcool

Sedentarismo

Baixo estímulo cognitivo

Depressão crônica não tratada

O que diz a ciência?

Aumentar o consumo de ácidos graxos n-3 e PUFAs está associado à redução de sintomas depressivos e à menor chance de progressão para quadros de demência (Sinn et al., 2011).

Durante a gestação e a primeira infância, o DHA é essencial para o desenvolvimento cerebral e visual, desempenhando papel evolutivamente crítico para a espécie humana (Grasas & Aceites, 2009).

Em adultos com queixas leves de memória, a suplementação com mais de 1g/dia de DHA/EPA promoveu melhorias significativas na memória episódica, independentemente do estado cognitivo inicial (Mauro, Alexander, Elswyk, 2015).

 

Fatores que ajudam a diminuir o risco de Alzheimer

Alimentação equilibrada rica em nutrientes neuroprotetores

Prática regular de atividade física

Sono de qualidade e rotina de descanso adequada

Estímulo cognitivo e social contínuo (leitura, hobbies, conversas)

Controle de doenças crônicas como hipertensão e diabetes

Abandono do cigarro e moderação no consumo de álcool

Suplementação com nutrientes como DHA, EPA, vitaminas do complexo B, antioxidantes e compostos anti-inflamatórios naturais

 

Onde encontrar ômega-3 na alimentação?

Fontes marinhas (ricos em EPA e DHA):

Peixes gordurosos como salmão, atum, sardinha, cavala, arenque e truta.

Óleo de peixe, especialmente o óleo de fígado de bacalhau.

Fontes vegetais (ricos em ALA – ácido alfa-linolênico):

Sementes de chia e linhaça

Nozes, amêndoas e castanhas

Óleo de linhaça e óleo de canola (em menor concentração)

Importante observar que o ALA precisa ser convertido pelo organismo em EPA e DHA, mas essa conversão costuma ser limitada, variando de pessoa para pessoa.

E se eu não consumir esses alimentos?

Se o consumo regular de peixes gordurosos ou sementes ricas em ALA não faz parte da sua rotina, seja por restrições alimentares, preferências pessoais ou estilo de vida, a suplementação com ômega-3 pode ser uma alternativa fundamental para garantir a ingestão adequada desses ácidos graxos essenciais.

Nosso organismo não é capaz de produzir EPA e DHA em quantidades suficientes, o que significa que dependemos exclusivamente da alimentação ou da suplementação para alcançar os níveis ideais. Em contextos como o envelhecimento cerebral, histórico familiar de demência ou queixas de memória recorrentes, a suplementação se torna ainda mais estratégica.

Estudos mostram que a ingestão diária maior que 1000 mg de DHA/EPA pode contribuir com:

Redução de processos inflamatórios crônicos associados à neurodegeneração

Melhora da memória de curto e longo prazo

Aumento da fluidez das membranas neuronais

Modulação do estresse oxidativo

Apoio à saúde cardiovascular, que também impacta a cognição

Optar por um suplemento de qualidade, com procedência confiável, é essencial para garantir segurança, pureza e eficácia.

 

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Referências Utilizadas:

 

Malik A, Ramadan A, Vemuri B, Siddiq W, Amangurbanova M, Ali A, Welty FK. ω-3 Ethyl ester results in better cognitive function at 12 and 30 months than control in cognitively healthy subjects with coronary artery disease: a secondary analysis of a randomized clinical trial. Am J Clin Nutr. 2021 May 8;113(5):1168-1176. doi: 10.1093/ajcn/nqaa420. PMID: 33675344; PMCID: PMC8243604.

 

Yurko-Mauro K, McCarthy D, Rom D, Nelson EB, Ryan AS, Blackwell A, Salem N Jr, Stedman M; Investigadores do MIDAS. Efeitos benéficos do ácido docosahexaenóico na cognição no declínio cognitivo relacionado à idade. Alzheimer Dement. Novembro de 2010; 6(6):456-64. DOI: 10.1016/j.jalz.2010.01.013. PMID: 20434961.

 

Waitzberg DL, Garla P. Contribución de los ácidos grasos omega-3 para la memoria y la función cognitiva [Contribution of omega-3 fatty acids for memory and cognitive function]. Nutr Hosp. 2014 Sep 1;30(3):467-77. Spanish. doi: 10.3305/nh.2014.30.3.7632. PMID: 25238820.

 

TAREKE, Amare Abera; WRDBB, Dama Adi; BARISO, M. The Role of Omega 3 Fatty Acids in Memory Improvement: Possible Mechanisms and Therapeutic Potential. Journal of Medicine, v. 54, n. 1, p. 1-12, 2019.